Itapui, S.P.
O médico pediatra Abdala Atique assumiu ontem (1), a Secretaria Municipal de Saúde de Jaú, no lugar de Jaime Roberto Spanghero com a promessa de humanizar o atendimento aos pacientes e enxugar os gastos da pasta. O novo titular também se comprometeu a buscar uma solução para os problemas decorrentes das recentes mudanças no Núcleo de Gestão Assistencial (NGA). Hoje, as pessoas que dependem de remédios não disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) têm que deslocar até Bauru para buscar requerimento de solicitação do medicamento, problema já relato aqui neste blog.
De acordo com a prefeitura, o ex-secretário de Saúde pediu ao prefeito Osvaldo Franceschi Junior, seu afastamento do cargo por questões pessoais. “Na semana passada, o Dr. Osvaldo me chamou, fez o convite, eu fiquei de conversar com a família e aceitei”, explica o novo titular da pasta. “Recebi o convite encarando como um desafio e, como a cidade me deu tudo o que tenho, fiz minha vida aqui em Jaú, achei que tinha que dar alguma coisa para a cidade”.
Atique possui ampla experiência na área da saúde, inclusive em gestão administrativa. Além de desempenhar a função de médico há quase quarenta anos, já trabalhou no antigo centro de saúde de Jaú, no setor administrativo do NGA, nas Vigilâncias Epidemiológica e Sanitária e no Núcleo de Planejamento, Avaliação e Desenvolvimento da antiga DIR-10, hoje DRS-6, onde controlava doze cidades da microrregião de Jaú.
Na sua gestão à frente da Saúde, um dos setores mais problemáticos do País, o médico terá a difícil tarefa de buscar uma maior humanização no atendimento dos pacientes. “Nós assumimos hoje (ontem) com a intenção de fazer, a pedido do prefeito também, uma humanização da saúde como acredito que a maior parte dos funcionários públicos tenta fazer”, diz. “Só que a gente pode, talvez, melhorar algumas coisas no atendimento, de modo que haja satisfação maior para a população”.
O secretário também promete enxugar gastos por meio de melhor gerenciamento dos recursos e oferecer condições de trabalho mais dignas aos servidores para que o atendimento à população também melhore. “Se a gente conseguir fazer um enxugamento e melhorar as formas de gasto, vamos tentar fazer”, diz. “A prioridade é, principalmente, humanizar a saúde e também não deixar haver falta de medicação, principalmente a básica”.
Fonte: JC
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